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o atual papel do designer

• despertar a consciência do ser em relação ao cenário no qual o mesmo está inserido;

• torná-lo capaz de se interessar por abstrair sua situação e sair de um comodismo configurado e ditado pelo sistema;

• devolver-lhe sua característica questionadora / inquieta / nômade / inconstante;

• ansiedade e depressão não devem ser sinais tratados como doenças. são sintomas de instintos reprimidos. o termo adotado deveria ser “repressão”;

• devolver-lhe seu poder de escolher, de projetar;

• instrumenta-lo com as ferramentas certas para o mesmo;

• o indivíduo não deve depender do mercado ou da economia, mas ser responsável por configurar novos caminhos, independentes de crises ou cenários não favoráveis;

• se desvencilhar de modelos políticos;

• deve construir modelos específicos e determinados para situações específicas, ou, mercados locais. comportamentos locais;

• fugir da padronização global / imposta por receitas alheias à uma cultura local;

• “fechar os olhos” para costumes impostos;

• deve interpretar desdobramentos no coletivo, e através de um olhar clínico, da atenção aguda, e reflexão, projetar novas pontes. novas respostas;

• dominar a matéria e os efeitos que a mesma causa;

• dominar a sintaxe dos elementos;

• estudar as composições e suas proporções;

• filosofia transfigurada em matéria, no espaço;

• sentimento, antes da técnica.

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